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sábado, 28 de agosto de 2010

Lívia, princesinha =)

Ahh, sim, estava devendo um post para minha sobrinha. A Lívia nasceu no mês passado, ela é linda e esperta (assim como meus dois sobrinhos João e Pedro).
Lívia veio ao mundo esbanjando saúde e deixando todo mundo babando, principalmente EUUUUU, rsrsrs...agora fala pra mim, tem como olhar para esse ser tão pequenino e não derreter-se inteira?

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Sou geminiana, sou mutante e não tenho duas caras


Olá flores lindas, como meu aniversário foi essa semana, resolvi fazer um post sobre meu signo, quem sabe assim fica mais fácil de me entender, rsrsrs, apesar de continuar achando difícil, afinal de contas, as pessoas não foram feitas para serem estudadas e sim para serem amadas....
Mesmo que pensem conhecer esta mulher a fundo, as opiniões dos amigos e parentes nunca serão parecidas. A geminiana equivale a várias mulheres, todas diferentes, que variam conforme seu estado de espírito.
Quem conhece uma mulher de gêmeos sabe que é muito difícil ver a mesma pessoa por muito tempo. Suas fotos nunca parecem ser da mesma pessoa e suas mudanças de comportamento deixam qualquer um sem saber se acabam de conhecer uma nova mulher ou se ainda está falando com uma velha amiga! Sim, a mulher de gêmeos é mutante, e nunca falsa. Se existe algo que pode matar esta mulher é a monotonia. Como um camaleão ela vai assumindo várias formas, encantando
A mulher de gêmeos não muda de personalidade. Ela apenas mostra todas as mulheres que vivem dentro dela
Se algum dia ela descobrir que a melhor escolha que fez acabou se tornando um pesadelo, não pensará duas vezes em largar tudo para recomeçar do zero! A mulher de gêmeos não se prende muito aos seus erros se descobrir que fez uma escolha errada! Ela vai aprender com a experiência e dificilmente vai repetir os mesmos erros!
Tirando suas fases azedas que fazem com que fique insuportável com seu cinismo e língua afiada, seu outro lado romântico e aventureiro faz com que tenhamos a sensação de que estamos diante de uma grande amiga ao invés de uma namorada. Ela acompanhará o namorado em tudo que fizer, desde uma escalada em uma montanha até uma aventura na África! Para ela não existe esta coisa de separar as atividades entre feminina e masculina, quando esta apaixonada. Para onde ele for, ela estará ao seu lado!
Mutáveis como o Ar, as geminianas precisam de roupas que vistam bem em qualquer ocasião. Estão sempre indo a lugares diferentes no mesmo dia e na mesma noite. Pelo menos prometem que vão...
Roupas versáteis, que podem ser vestidas de várias maneiras, que mudam de cara com a simples troca de um acessório. Superposições, peças double-face, que podem ser usadas pelo avesso dando impressão de ser outra roupa. Enfim, um armário bem variado, com tênis, sapatos, botas de montaria, camisetas, vestidos de noite e até algumas peças masculinas, para um visual ligeiramente andrógeno que elas adoram. São apaixonadas por acessórios e bijuterias e seguem fielmente a moda. Gostam de experimentar novos estilos e de mudar sempre. Tudo faz sua cabeça, desde que não marque muito.
Ela se cansa facilmente das coisas e não saberia o que fazer se tivesse que sair algumas vezes com o mesmo layout. Dona de uma invejável agenda social, a geminana é convidada para os mais diversos programas. Precisa de uma moda ágil que lhe permita ser todas e sempre uma nova a cada novo momento. Por isso é capaz de vestir um "tubo" com tênis à tarde e, à noite, improvisar um realce chiquérrimo, com meias de seda coloridas, saltos e blazer.

Cheia de graça e encanto; se sentirá à vontade em qualquer tipo de sociedade; romântica e ultra feminina, talvez escrevendo poemas para o seu companheiro no seu aniversário; sofisticada.
Uma mulher de Gêmeos, seja qual for, jamais tomará um trem, se puder voar. Jamais ficará calada, se puder falar. Jamais irá embora, quando puder ajudar. E jamais andará, quando puder correr. Seu cérebro tem tantos pensamentos e seu coração tantas esperanças, que talvez ela precise de um computador para classificá-los todos. Ou talvez precise apenas de alguém capaz de correr ao lado dela e sonhar junto.
Apesar de muitas vezes parecer fria e distante, ela deseja ser amada e mimada. Mostre que sempre estará ao seu lado, apesar de suas crises de mau-humor, e terá uma mulher que se entregará por inteira.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Sou feliz, já fui noiva

Passeando pelos meus blogs favoritos me deparei com um post http://godoymachado.blogspot.com/ que me emocionou muito, com a devida autorização estou postando para compartilhar com vocês...

...Tão bom ser noiva! Somos estrelas, o centro das atenções, comandamos o mundo! Que saudade deste título...

"...Vontade de coisas lindas, a busca da poesia, a emoção à flor da pele. Luzes. Vozes baixinhas. Uma risada mais alta. A igreja está cheia, respira e vive. Os homens estão lindos em ternos escuros, cabelos brilhantes, cheiro de lavanda. As mulheres em poses cuidadas. Levar uma bolsa de festa não é fácil e balançar suavemente os quadris apoiada no braço masculino é muito sensual. Há um dourado no ar. Pode ser do altar barroco, um ouro antigo antigo e bonito ou o reflexo de um colar que brilha em um pescoço delicado. Há um cheiro bom de flores frescas e sons de comemoração. Alegria. Emoção. Cumprimentos no ar.
Eu ainda nem cheguei. O lugar é aqui. Mas as pessoas viajam por suas memória, por suas lembranças. De repente há música. Forte. Envolvente. Farfalhar de gente se mexendo, ocupando lugares, esperando. Faz-se silêncio. A porta se abre. O coração dispara. Surge quem se esperava. É um casal. Na verdade é Ela. Ou melhor Sou Eu! Alguém me conduz. Meu Pai, meu amigo, meu irmão, dividindo comigo esse momento tão especial.
Sou a Noiva! Todos me olham. Figura única de branco. Tridimensional. Com um véu e um buque. Dentro de mim misturam-se fronteiras de muitos mundos. Sou uma menina medrosa, uma adolescente engraçada, uma mulher sensual. Sou aquela que achava que ficaria solteria para sempre, e a que sonhava com um príncipe encantado.
Percorro aceleradamente emoções. Me desloco entre meus espaços. Me desdobro em muitas. Me reencontro. Sou a noiva! Visto luz, rendas, sedas e arrepios!
Sonho e realidade andando juntos. Agora, cheguei. Esse percurso, a longa alameda, ficou para trás. Ele sorri. É o meu homem. Ele me quer. Eu o quero.
Pega na minha mão com cumplicidade e amor. Tudo vai começar. Meu coração vai explodir!
Sou imensamente feliz. Sou a noiva!"
By Alba Noschese

E eu sou imensagemente feliz. Já fui noiva!

domingo, 16 de maio de 2010

Aprendendo...

Bem vamos lá, tanta coisa acontecendo na minha vida ao mesmo tempo que nem estou conseguindo acompanhar a rapidez dos fatos...rsrsrs...sei que não é uma postura convencional de uma "blogueira", mas prometo que postarei com mais frequencia no blog, todos os dias não será possível, mas pelo menos uma vez por semana estarei por aqui.
Desde o último - primeiro e único post...rsrsr...mutas coisas aconteceram, prestei vestibular, voltei a estudar, o meu trabalho aumentou pacas, enfim, trabalho, estudo, cuido da organização financeira da casa, cuida da casa, cuido do maridão, saio com amigos, encontro com minha família, cuido de gato, cachorro, piriquito, papagaio, sou tia, sou irmã, sou filha, sou esposa e acima de tudo sou mulher e faço tudo isso em cima do salto alto...rsrsrs...a crise dos 30 anos está passando \o/, a crise do dias das mães já passou.. \o/. Aliás os 30 anos já está cada dia mais próximo :-O, mas eu juro que não estou mais espantada com isso.
Fiz uma avaliação minuciosa de tudo que vivi e percebi que aprendi bastante. Aprendi a cozinhar pra muitas pessoas, e cheguei a conclusão que não é minha praia. Aprendi a respeitar meu semelhante, mesmo quando na verdade a minha vontade e de pular no pescoço e...e....bom...enfim...Aprendi a viver o dia de hj, e parar de achar que o ontem foi bem melhor, o dia de hj pode ser bem melhor, para que isso aconteça só depende que eu faça acontecer. Aprendi que uam hora conversando e rindo com minha mãe e minha irmã me faz tão bem quanto uma terapia, além de me sentir amada. Aprendi que meu pai sempre soube o que estava dizendo, e só eu não sabia o valor dos conselhos dele. Aprendi a dividir o cobertor. Aprendi que a vida pode ser injusta lá fora, mas nem por isso deixa de ser boa. Aprendi que nem sempre sabemos o que é melhor para nós. Aprendi que quando as coisas não saem exatamente como planejamos, sempre é mais divertido. Aprendi que ter amigos é mais do que importantes, é essencial. Aprendi que não posso exigir o amor de alguém, mas posso fazer com que me amem. Aprendi que fazer de conta que não é comigo, não altera nada. Aprendi que os pequenos acontecimentos do dia, tornam meu dia espetacular. Aprendi que o importante é o que importa, e que as coisas tem a importancia que damos à elas. Aprendi que em segundos posso fazer coisas que me arrependerei p/ o resto da minha vida. Aprendi que nem sempre é suficiente perdoar alguem, tenho que aprender a perdoar a mim mesma. Aprendi que não importa em quantos pedaços meu coração foi partido, o mundo não vai parar, para que eu o conserte. Aprendi e ainda estou aprendendo...a vida continua...sempre...

Até semana que vem
bjs

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Quase Trinta


Li essa crônica no site diginet, e resolvi começar meu blog com ele. Essa crônica tem muito haver com o momento que estou vivendo, momento de tranformação, no finalzinho do texto tem os créditos, não sei fazer nada direito por aqui, então se estiver errado por favor me avisem....

"A vida fica chata aos quase 30. Chatíssima. Só não digo que fica insuportável porque não quero parecer fatalista. Se ainda tivesse 20 e poucos, tudo bem, não teria o menor pudor em fazer drama. Mas tenho quase 30. Nessa idade, já perdemos o direito de não ser perfeitos.
Aliás, “nessa idade” é uma expressão tipicamente quase-trintona. Os mais velhos trabalham no pretérito (“no meu tempo era…”), os mais novos no futuro (“quando eu for…”). Nós, dessa tribo perdida no vácuo das desatenções, trabalhamos no presente. E como trabalhamos! Dez horas por dia, seis dias por semana e considere-se um bon vivant. Quem tem quase 30 já se acostumou à semana laboral de quinze dias. E no final do mês, vem aquilo que você já conhece muito bem: guardar dinheiro pra comprar um apartamento ou pagar o cartão de crédito? Nessa hora, você se pergunta como conseguia ser tão feliz aos 15, com uma mesada ridícula e a certeza de que ela duraria o mês todo. Será que cerveja e motel eram mais baratos naquele tempo?
Falei sobre um tal vácuo das desatenções. Pois é, vivemos nele, todos nós imersos no vácuo das desatenções. Responda, amigo que está quase lá, qual foi a última vez que você viu um programa social do governo voltado a sua faixa etária? Qual a última vez que você ouviu uma música pop falando sobre sua realidade? Essa é boa, essa é boa: qual a última vez que sua mãe sugeriu a você procurar um psicólogo? Na certa, você ainda tinha 17 anos, fumava escondido, ouvia Nirvana o dia todo e achava que jamais usaria uma calça social. Agora, nessa idade, ninguém mais se preocupa com você. E não pense que é porque finalmente confiam na sua figura ilibada. Tenho amigos com quase 30 que ainda fumam escondidos, ouvem Nirvana e acham que jamais usarão uma calça social. Mas agora são ignorados. Casos perdidos. As pessoas simplesmente desistiram deles. Estão mais preocupadas com os adolescentes problemáticos e os idosos da melhor idade.
O mais difícil de estar prestes a cruzar o limiar da terceira década é saber que não podemos mais usar a idade como desculpa. Esse infalível argumento foi utilizado por mim exaustivamente. Você vai acampar no Natal em vez de ficar com sua família? Qualé, pai, eu só tenho 25, tenho que aproveitar a vida! Você vai vender o computador pra comprar uma guitarra? Qualé, mãe, só tenho 26, tenho que aproveitar a vida! Você vai pedir demissão pra excursionar pela América Latina com três francesas lésbicas? Qualé… Hum, bem, não cola mais. Aliás, fica ridículo alguém de quase 30 dizendo “Qualé, pai”.
Poderia discorrer sobre uma série de outros infortúnios. Mas vou falar apenas de mais um: o sexo. Não consigo controlar a vontade de rir – e não é de felicidade. Com quase 30, a gente broxa pela primeira vez. Não há mais a pressa dos 17, nem a gana dos 20 e poucos. Não, amigo, temos quase 30. Agora, não há mais como ignorar o clitóris, ou pular as preliminares, ou gozar sozinho, ou virar, fechar os olhos e dormir. Com tanta pressão, claro, não tem tesão que resista. Bem-vindo ao mundo real.
A gente se habituou a estar em transformação, a ser outro a cada instante. E de repente, a estabilidade. Por mais que Martha Medeiros e Carlos Heitor Cony preguem que somos diferentes a cada segundo que passa, pouquíssimo em você mudará daqui pra frente. Talvez uma opinião aqui, outra ali; porém nada será mais tão radical. Este que é você ultrapassará seu trigésimo ano e será o mesmo daqui por diante. Para sempre. Como a maldição do galo que canta três vezes, lembra? Se você estiver envesgando os olhos bem na hora do seu aniversário, puff!, vai ficar vesgo pro resto da vida.
O conselho é: sinta bastante saudade de quem você foi. Muita mesmo. Chore de vez em quando lembrando das bobeiras de moleque, das inconseqüências da juventude, das burradas de quando aprendia a ser adulto. Não esquecer disso tudo vai fazer de você alguém melhor. Mais vivo, até. E só pra deixar algo bem claro: não eram três francesas lésbicas. Eram quatro."

Créditos: Patrício Junior ... http://www.patriciojr.com.br/sobre/